sábado, junho 18, 2005

Let's party like it's 1986 - PARTE II

Os tempos de Barrosos, Andrés, Paulinhos, Matias, Formosos, Bandeirinhas, Velosos e outros que tais são já memórias algo distantes e turvas.

Tendo isto em mente, decidimos ver a bola actual através do prisma 80's. Ou seja, como seriam os jogadores de hoje em dia, se o dia de hoje fosse 31 de Março de 1986?

Seguem-se os segundos alvos da série. Dois goleadores. Dois arietes. Duas setas apontadas à baliza. Duas lanças em África.

Bock, o mito goleador das divisões secundárias e Pedro Pauleta, o ciclope dos Açores(pois da forma como alveja a baliza parece ter apenas um olho).

Com eles os 80's teriam tido mais poder de fogo.


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domingo, maio 22, 2005

Descubra as Diferenças V

Ahhhh...Zák. Não Zach, como Zach Thornton, o excepcional guardião do templo do milhafre do espanhol (perdão, águia). Porém, tal como o elástico gigante negro, clone de William ou Khadim, equipava de vermelho, mas desta feita sobre uma pele alva e leitosa.

O "Fantasma Branco", Zák, era o ídolo silencioso dos penafidelenses no início dos anos 90, antes de clássicos da bola como António "Mr.Cross" Folha, Clayton "Até Sou Bom a Pôr a Mesa", Fernando "Robocop" Aguiar e Ljubinko "Não, Não Tenho 48 Anos e Cara de Grego" Drulovic dançarem no tapete côr de liberdade no Estádio 25 de Abril. Mas visto o tempo e o destino serem por norma cruéis, este goleador de leste terá ficado nas nossas memoires porventura por outros motivos. Sejam eles por ser parecido com o atlético ex-comparsa de JVP no SLB, "Le Chef" Michel ou pelo nome que, à excepção do velocíssimo defesa esquerdo Vlk, não teria rival. Teria sido interessante ver Zák e Vlk num onze.

Mas não foi.



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domingo, maio 15, 2005

Bigodstroika

Fossemos todos assim...

"E se lhe dissessem que um bigode se tornou um símbolo para os adeptos de um clube? A verdade é que tal facto se tornou realidade para os apoiantes do CSKA de Moscovo, adversário do Sporting na final da Taça UEFA, e obrigou o treinador da equipa russa, Valeri Gazzaev, a quebrar a sua promessa.

Gazzaev prometeu que cortava o bigode se chegasse à final da Taça UEFA, quando foi eliminado da Liga dos Campeões na fase de grupos. Mas, após a vitória sobre o Parma nas meias-finais da UEFA, os adeptos «suplicaram» ao técnico que não cumprisse o prometido, por considerarem que o seu bigode é já um símbolo do sucesso do CSKA.

«Recebi inúmeras mensagens dos adeptos nos últimos dias, pedindo-me que mantivesse o meu bigode e que trouxesse a taça para Moscovo», afirmou Gazzaev."

in Maisfutebol


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sábado, abril 30, 2005

Pneus Ramôa. Não há livre marcado à tôa.


Braga.

Todos já ouvimos falar, vimos, ou mesmo vivenciamos a beleza e qualidade do novo estádio deste burgo minhoto. Porém, numa nota puramente pessoal, confesso sentir uma acentuada nostalgia do velho 1º de Maio.

Quem não se recorda das transmissões da RTP em directo desse velho monumento granítico? Era impossível manter os olhos no relvado durante muito tempo, devido á verdadeira inundação visual de placards publicitários com nomes porreiros. Ranhada e Teixeira, Stock Car e o imortal Pneus Ramôa são alguns que têm um lugar especial no meu coração. E nunca devemos descurar o belo Feira dos Tecidos estampado de forma 80's num elegante quadrado branco que ocupava toda a camisola vermelha do Arsenal do Minho.

Andrade, o Senhor de bigode à escovinha, é o expoente máximo dessa geração, juntamente com Karoglan, Barroso ou o voador Rui Correia. Mas escolhemos este porque tinha bigode, claro.


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segunda-feira, abril 25, 2005

Descubra as Diferenças IV

Descubra as diferenças


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sábado, abril 23, 2005

D. Russell Nigel I

Se porventura mencionar um diminuto jogador negro com cara de peixe e com nome de monarca nigeriano, provavelmente Carlos Secretário ou Martin Pringle são os primeiros nomes que vêm à cabeça. Apesar de não serem pequenos, negros, não terem cara de peixe ou nome de monarca nigeirano. Mas estou a divagar.

Se vasculharem um pouco mais nas vossas memórias da bola, quiçá até uns bons dez anos atrás, lembram-se concerteza de um jogador da nossa bola cuja carreira ficou manchada por um penalty falhado. Não falamos de Roberto Baggio, porque este nunca foi da nossa bola. Nunca foi dado pelo "Record" como novo reforço de um certo clube que equipa de vermelho e não se chama Salgueiros ou Gil Vicente. E daí, até é capaz de ter sido. Preenche o único requesito: a notícia seria falsa. Mas pondo de lado mais este fútil divagar, voltemos à vaca fria:

O tal jogador tem por pomposo nome Russell Nigel Latapy e tirou coelhos da cartola por vários palcos lusos, nomeadamente os de Felgueiras, Coimbra e Porto. Conhecido no seu habitat natural, Trinidade & Tobago, como "o Pequeno Mágico", este Maradona das Caraíbas deixou marcas em Portugal como "Aquele Gajo Pequeno com Cara de Peixe que Falhou o Penalty Decisivo Frente à Sampdoria, Destruindo as Esperanças de Milhões de Pessoas num Único Pontapé Infeliz".

Gozando uma reforma dourada como um bronzeado William Wallace em terras de Duncan MacLeod, o nobre D. Russell Nigel Latapy I ainda volta a Portugal de quando em vez para falhar uns penalties em jogos com amigos na praia ao domingo. Deus tenha piedade da tua alma, "Pequeno Mágico".


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Gil na Crista da Onda


Gil.. cabelo ondulado, a fazer lembrar o mar..
Gil.. foto ondulada, a fazer lembrar o mar..
Gil.. carreira ondulada, a fazer lembrar o mar..
Gil, carreira afundada, a fazer lembrar o mar..
Gil, o esquecimento e o longínquo.. a fazer lembrar o mar..
Mas Gil, merece a nossa homenagem..
Gil, jogou em Portugal, depois mudou-se para a Suíça e depois DIvisão Amadora de Inglaterra.. Incrível onde se chega.. Incrível onde um Internacional Campeao do Mundo chega...
Gil, será do nome?
Gil.. descubra as diferenças!

Ou Vai ou Rach...ão



José Rachão... o Guerreiro sempre à mão..
Não há dúvida de que Rachão merece estar onde só os verdadeiros cromos merecem estar.. neste blog!
Fiel ao seu estilo guerreiro e Viking, esta semana foi talvez a melhor da sua já longa vida de treinador, levando o Vitória de Setúbal à Final da Taça para, quem sabe, derrotar os Mouros (desculpem-me mas neste ambiente guerreiro a palavra é bem aplicada, sem ofensa). E só um coach como Rachão, que já no Portimonense mostrava a sua garra, a sua barba, o seu ar de Cristo, o seu ar de Viking.. poderia de facto levar o Setúbal a tão belo feito.
Nos últimos anos tem andado arredado das grandes parangonas desportivas, treinando clubes como Barreirense, Torreense ou Ac. Viseu. Mas chegou de facto a vez de se consagrar na História do Futebol Português, que já tinha esquecido este seu ar Portimonense, que transmite à sua equipa e aos seus jogadores o que deve ser um guerreiro em campo.
José Rachão.. agora ou vai .. ou Racha!

segunda-feira, abril 04, 2005

Sr. Despromoção

Em "Cromos da Bola" damos bastante ênfase á falta de jeito.

Gostamos (ou gostávamos) de ver o King a rematar, o Ricardo a sair a cruzamentos, o Secretário a cruzar, o Paulinho a criar jogo, o Michael Thomas a sprintar ou o Fernando Aguiar a jogar á bola. E como tal, esperamos ansiosamente o regresso de Luís Campos à Superliga.

Força Luís, há 3 equipas por ano que podes sempre treinar. E então no ano anterior à competição passar a ter 16 equipas estarás no céu. Nós cá estaremos, orfãos à tua espera.


luís campos, provavelmente depois de mais uma derrota ou descida de divisão

sábado, abril 02, 2005

anderson POLLga

Finalizada que está a poll para defesa esquerdo do nosso "11 Cromos da Bola", anunciamos com alegria e jubilo que o fabuloso NELO, defesa esquerdo que fazia do cruzamento uma arte, conquistou os corações bolísticos dos nossos amigos,compinchas da bisca e visitantes do excelso blog.

Vitória estrondosa do inefável e empreendedor lateral que atingiu o seu auge durante o mítico torneio Skydome, no Canadá, feudo do Imperador D. Fernando Aguiar I, durante o qual privou e
jogou com mitos do gabarito de Tulipa, Caetano, Vado ou Barroso.

O brilhante capitão do honrado Lousada conheceu belos momentos também na cidade alfacinha, onde, juntamente com Tavares, se tornou no símbolo máximo da "belle epoque" benfiquista, onde fez a bola travar conhecimento com caminhos que lhe estavam vedados antes da sua chegada, tais como o terceiro anel ou o parque de estacionamento.

Chinelo para os amigos, o lateral esquerdo ocupa agora uma posição de destaque no nosso 11, ao lado do guarda-redes Zé Miguel e lateral-direito João "Broas" Pinto, observados desde a bancada pelo presidente Dias "eu percebo mais de bola que esse tal de Rijkaard" da Cunha.

sexta-feira, abril 01, 2005

Alegria

Alegria. Palavra que espelha o que se passa numa sala de estar que tenha o televisor ligado num programa do grandioso Manuel Luís Goucha ou então o estado de espírito de um avançado confrontado com Jorge Soares.

Alegria é o que este antigo pilar de Belém tem no seu nome, apenas e só no seu nome, unicamente no seu nome. Como podem ver pela expressão, Montalegre não era um jogador alegre. Duro que nem um penedo e inteligente como tal, o brasileiro exibia a sua frondosa "mullet", enquanto o azeite lhe escorria pelo pescoço abaixo.

Montalegre tem nome de localidade portuguesa. Mas não é português. Montalegre tem nome alegre, mas não é feliz.


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quinta-feira, março 31, 2005

Let's party like it's 1986

Aqui, no excelso blog, encontramo-nos por vezes (demasiadas,quiçá) a carpir mágoas sobre o desaparecimento do verdadeirismo na bola lusitana. Os tempos de Barrosos, Andrés, Paulinhos, Matias, Formosos, Bandeirinhas, Velosos e outros que tais são já memórias algo distantes e turvas.

Tendo isto em mente, decidimos ver a bola actual através do prisma 80's. Ou seja, como seriam os jogadores de hoje em dia, se o dia de hoje fosse 31 de Março de 1986?

Pois bem, os primeiros clientes desta série que esperamos gloriosa como um corte de Michael Thomas ou remate de Barroso são dois dos mais carismáticos craques do relvado nacional. Jorge "Bicho" Costa, o epíteto do capitão arruaceiro, e Armando Petit, quiçá o último dos moicanos, no que respeita a genuínos broncos no futebol em Portugal.


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quinta-feira, março 10, 2005

Agatão. Chico Agatão.


"Hã??" - Parece dizer Agatão. Chico Agatão.

"Desafias-me para um duelo, pobre e imberbe chavelo a cheirar a leite? Corre para as saias da tua mãe! Ai, o catano." (in Chico Agatão 1980's-90's).

Estas frases percorreram vários estádios deste prado viçoso chamado Portugal, pois o caro Chico não virava a cara a um duelo. Obviamente, poucos ou nenhuns jovens tinham a coragem de desafiar o carismático carregador de piano, cujo nome termina em "ão" e tem uma frutuosa e esplendorosa bigodaça ibérica.

O seu ar de desdém por outrem não só vem na confiança inabalável em relação a todos os seus atributos recém-nomeados pelo excelso blog, mas também porque a casa de Vénus está alinhada com Júpiter, e como todos sabemos, quando isso sucede, os portadores de bigode estão menos atreitos a um ataque de caspa. Caspa, que como temos conhecimento, minou a carreira de muitos futebolistas, incluindo o viseense Paulo Sousa, tantos meses parados devido a caspa crónica. Foi uma pena.

Mas voltando a Chico, Chico Agatão, fiquem sabendo que este capitão do esférico, componente integrante do restrito lote de capitães de bigode com nome terminado em "ão", arrasou várias carreiras de imberbes diletantes da bola. Já pensaram no que terá acontecido a Gil, Akwá, Samuel, Jaime Cerqueira, etc? Nem mais.

Agatão, seu bigode, e seu fiel compadre de armas Parente desfizeram carreiras promissoras a pó. (não confundir com caspa).


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terça-feira, março 08, 2005

Com Barros ou 100 Barros

O número 100 costuma ter implicações especiais. Por exemplo, nas rifas, o 100 é o maior prémio. Todos nos recordamos que no secundário a aula 100 era motivo de festa. Tal como para um goleador é o seu golo 100. Ou a bela nota de 100 Escudos com o Fernando Pessa, se bem me lembro.

Pois nas cadernetas, pelos vistos o cromo 100 também é uma verdadeira prenda, um maná dos céus.


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As Quinas

As Quinas.

Um pilar na fundação do "ser português", ou "portugalidade", expressão que conheceu o seu ponto de rebuçado durante o Euro 2004. Nove anos antes, as quinas procuravam significado e substância de substrato com afinco, e foi na bola que o fizeram. Mais concretamente na cidade de Marcelo, Tó-Sá e os restantes estudantes. Cinco era o número em voga. Cinco de revivalismo. Cinco de pujança. Cinco de bola. Cinco de minutos.

O espadachim Rui Carlos destanciava-se dos demais pelo seu ar cristão e defensor dos bons costumes da monarquia de D.Duarte Pio I, o Sagaz. Com uma perinha cuidadosamente aparada e desenhada, impunha o temor que só um fidalgo de bom sangue, espadachim de eleição, o poderia fazer. Porém, não o poderia fazer sozinho.

Tinha a seu lado um mito. Mito, para ser mais concreto. Este mito da bola, Mito, rivalizava claramente com Mickey pelo título de melhor alcunha coimbrã. Rivalidade essa que foi o cerne da afamada e infame Questão Coimbrã, que não foi mais senão a expulsão de Mickey do grupo dos Quinas por "este grupo ser pequeno demais para ambos os dois." (dixit Mito, 1994). Desta feita, outro valente espadachim tomou o seu lugar.

Um jovem aspirante a altos vôos. Seu nome era Jorge Silva e seu sonho era jogar na selecção nacional. Um jovem de grande valor táctico, que se movimentava no relvado ao ritmo e sequência de uma partida de xadrez. Este jovem foi posto debaixo da asa fraterna e atenta de um mito da bola: Febras.

Não mito Mito, mas mito assim com minúscula. Febras. O seu ar brolhesco não engana. Era o mais rudimentar de todos, mas destacava-se claramente por ser o autor da famosa frase, que ainda perdura nos dias de hoje: "A febra marchava!..." Claro que a sua alcunha não estará directamente relacionada com este facto, pois este orgulhoso portador de monocelha tão robusta era mesmo especialista em pôr as febras no tacho.

Estes quatro valentes e valorosos espadachins levitavam á volta de Dinis, o grande guru. Palavras para quê? Grande Dinis.

Grande, grande Dinis.

És grande, Dinis.

És um mito.


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segunda-feira, fevereiro 28, 2005

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Gémeos Falsos


Gémeos?
Só podia.. 1m50 de "gemiez".
Um erro que quis mostrar que Caetano valia por 2. Era de facto um pequeno grande jogador! Corria por 2, tirava bolas por 2, marcava golos por 2, suava por 2.. o Tirsense valia por 2!!
Por isso, tem toda a lógica esta bela foto. Obrigado À BOLA por repôr a verdade.

PU PU.. PAULETA! Que dupla no Estoril de Carlos Manuel.
Pu era o desabafo da equipa.. ouvia-se muito: "Pu... que p*r*u"
Pauleta era o abono da equipa.. começaram os golos, mostrou-se aqui como grande goleador.
Que dupla .. e com Agatão pelo meio..!!
Grande Estoril.

terça-feira, fevereiro 08, 2005

Miguel Castro, o Rei da Pop

O camaleão da bola.

Durante a década de 90, nas bancadas do saudoso covil do Dragão, havia um jogador que despertava paixões e dividia corações. Grzgorz era o seu nome. Pelo menos parte dele. Sucede que, devido ás suas características, sejam estas quais forem, o polaco usufruia de várias identidades em campo e na supracitada bancada.

Este camaleão da bola tanto fazia uso do seu epíteto de "Muletas", quando visitava o seu amigo Rodolfo Moura, com quem passava boa parte do tempo, como fazia juz ao apodo "Michael Jackson da Bola", devido ás inúmeras operações que efectuou. Porém, como excelente ponta-de-lança que era, aproveitava o tempo passado em campo da melhor forma, e como o tempo era escasso, (leia-se "últimos 5 minutos") fazia golos. Golos em catadupa que resultavam em vitórias ou na pior da hipóteses, em empates. Daí era conhecido como o "Pai Natal das Antas", o homem que trazia ao ombro belas prendas caídas do céu, qual Luís Pereira de Sousa no "Festa na Feira".

Por fim, como excelente profissional que era, tal como pessoa de trato afável, juntou-se de forma magnífica à comunidade portuense, confraternizando como se fosse o Paulo Portas numa feira, o que lhe valeu a alcunha de Miguel Castro. Não era mais senão do que uma versão aportuguesada do seu nome, mas assentava-lhe de forma perfeita, como a música do genérico de "Preço Certo" ao programa em questão.

Miguel Castro, Pai Natal das Antas, Muletas, ou simplesmente Grzgorz Mielcarski, estarás sempre para o FCP como o Luis Pereira de Sousa para a RTP.


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quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Allez Bigode

Concerteza que os digníssimos visitantes do excelso blog, tal como nós próprios, editores do dito cujo, já tinham sentido a falta de um belo de um bigode escarrapachado num vigoroso post. Pois aqui está. Eles estão de volta.

E nada melhor para ilustrar o regresso mais aguardado desde Rui Costa, José Mourinho (sim, já.) ou Rocky VI, do que essa grande colectividade de Leça da Palmeira, o Leça FC.
Do baú das recordações, por entre naftalina, discos do José Cid e galhardetes do Benfica campeão, surgiu parte da linha defensiva do supracitado clube leceiro, aquando da sua algo fugaz visita pelo escalão maior da bola. Desde o Guarda Serôdio do programa "Amigos de Gaspar" que não se via tal quantidade de bigode.

Mas é perfeitamente notório o efeito que este tem numa defesa, como aliás já foi sugerido neste mesmo espaço. Daí termos gentilmente fornecido a Alfaia - que ao lado de Zé da Rocha e Constantino partilha o pódio dos mitos maiores da solarenga (no Verão) localidade portuense - coisa que não tinha e que muito lhe fez falta: claro, uma bigodaça.

Quanto aos reincidentes Best e Matias, mais nada há a dizer senão que Best tem dos melhores apodos da história do esférico português (ex-acquo com João Tomás, o Jardel de Coimbra) enquanto Matias é possivelmente um dos centrais mais verdadeiros dos anos 90. A nível europeu. Sim, já disse e poderia voltar a dizê-lo, caso fosse necessário. EUROPEU.
Resta-nos uma pálida imitação de Lionel Ritchie, o grande Isaías, que espalhava charme pela nação através do gel cuidadosamente espalhado pelos viçosos caracóis, que pululavam felizes ao lado do seu viril bigode, que servia como uma farramenta de impôr respeito aos pobres, oprimidos e pontas-de-lança.

Viva o bigode.














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